Festival SESI de Educação em São Paulo Promove Campeonato de Robótica

Inicia-se amanhã (6) a sétima versão do Evento SESI de Educação, uma das principais competições de robótica da América Latina que reúne, em São Paulo, cerca de 2,3 mil alunos com idades entre 9 e 19 anos, de instituições de ensino públicas e particulares de todo o país.

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O evento definirá as 13 equipes selecionadas para competir na fase global do torneio, que acontecerá de 29 de abril a 2 de maio em Houston, nos Estados Unidos, onde se localiza a sede da instituição sem fins lucrativos For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First) – Por Inspiração e Reconhecimento da Ciência e Tecnologia, em tradução livre.

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O Festival se estenderá até domingo no complexo da Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera - Paulo Pinto/Agência Brasil

Situado no Parque Ibirapuera, o amplo pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo abrigará, até domingo (8), estandes com projetos de quatro categorias. Os trabalhos variam de miniaturas de veículos de corrida Fórmula 1 a drones com mais de 50 quilos, porém todos devem ter conexão com o tópico deste ano: Escavação. A entrada é gratuita, das 9h às 17h.

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Acesse aqui e veja o programa completo.

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O propósito do festival é fomentar nos alunos a combinação de pensamento crítico, capacidade de colaborar em equipe e capacidade de obter recursos e conhecimentos técnicos. Os participantes também devem ser aptos a apresentar seus projetos ao público, ou seja, estão dando os primeiros passos como divulgadores científicos.

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A intenção por trás dessa iniciativa é promover a educação sem separação entre as chamadas ciências exatas – como matemática, física e química – e outras áreas como as ciências humanas e as artes. 

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First no Brasil

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Fausto Augusto Jr., Presidente do Conselho Nacional do SESI - Paulo Pinto/Agência Brasil

A partir de 2012, quando o SESI se encarregou de organizar as competições da First no Brasil, mais de 45 mil estudantes participaram dos campeonatos. Ao todo, conquistaram mais de 110 reconhecimentos internacionais somente na categoria iniciante (FLLC).

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O líder do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior, menciona que um dos propósitos do evento é justamente evidenciar aos jovens a presença constante da tecnologia no cotidiano, orientando-os sobre a mediação necessária.

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"Para nós, é particularmente relevante o que definimos como alfabetização tecnológica. É a hora mais estratégica de nos impulsionarmos para a educação tecnológica, um tipo de educação para o século 21. Esse modelo é presente no Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas também na China. Países que estão focando em tecnologia começam essa educação desde cedo, nas escolas", refletiu Augusto Junior, em entrevista à Agência Brasil

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Docente, pesquisador social e científico da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), ele destaca a importância da diversidade e da convivência saudável entre alunos de uma mesma escola e participantes do evento.

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O educador relata que membros de uma mesma equipe geralmente permanecem juntos ao longo dos anos, de forma que um estudante que ingressou na competição na fase inicial com peças de Lego, por exemplo, passa, posteriormente, a orientar outro novato, promovendo a proximidade entre eles.

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Nesta quarta-feira (5), com o ambiente fechado para visitantes, a equipe promoveu o evento denominado Encontro da Amizade, um local propício para os alunos iniciarem e aprofundarem relações entre si.

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O Encontro da Amizade reúne os participantes na abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica - Paulo Pinto/Agência Brasil

Augusto Junior enfatiza que, para além do talento ou esforço dos concorrentes, a viabilidade dos projetos depende principalmente de verbas de administrações municipais e estaduais – especialmente no caso de alunos de escolas públicas. Muitas destas estabelecem parcerias com o SESI.

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"Na realidade, não levamos a robótica para aquela escola. O que fazemos é um acordo com as prefeituras para apoiar uma proposta de educação e, dentro dela, a robótica adquire algum significado."

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"É todo um projeto para criar uma aula bastante diferente do que normalmente vemos, da educação tradicional", afirma o pesquisador, ressaltando o conceito de escola integral que, contrariamente à escola em período integral, busca atingir a interconexão entre a educação profissional com a básica, do ensino fundamental e médio. 

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Origem Xinguanos

Desafiando preconceitos racistas, como o estigma de que indígenas "devem permanecer na floresta, protegendo-a", a equipe JurunaBots, que na edição anterior compareceu ao festival como convidada, desembarcou em São Paulo como uma das concorrentes representativas do Norte brasileiro.

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Norteados pelo educador Fernando Juruna, os alunos da Escola Francisca de Oliveira Lemos Juruna desenvolveram um aplicativo para disseminar informações sobre artefatos de sua etnia. A instituição de ensino existe desde a década de 1950, porém adotou a vertente educacional indígena somente em 2012, adotando a máxima Formação de Grandes Lideranças.

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Time Jurinabots veio do Pará para o Campeonato Nacional de Robótica - Paulo Pinto/Agência Brasil

Os estudantes são de Vitória do Xingu (PA), cidade de 15 mil moradores, impactada pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Eles se autodenominam como um grupo que conecta cultura ancestral e inovação tecnológica ao apresentar a plataforma Museu Vivo Itinerante do Xingu.

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Além de exibir réplicas de artefatos selecionados pela relevância histórico-cultural, o aplicativo propõe uma discussão contemporânea sobre apropriação cultural, apagamento histórico e retomada das tradições originárias.

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Para os alunos do Jurunabots, o conceito de arqueologia vai além dos artefatos em si e também se relaciona "à tradição oral, à trajetória e à memória viva do povo Juruna.

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"Identificamos como problemática a remoção de objetos das comunidades e a dificuldade em reconhecer a identidade associada a eles e na ausência de retorno desses materiais às áreas de origem, o que enfraquece a memória cultural", expressam, ao lembrar o caso de um manto tupinambá que estava na Dinamarca desde o século 17 e retornou ao Brasil em 2024.

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Fonte: Agência Brasil

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