O Ministério da Educação anunciou a ampliação de 8 mil a 25 mil livros no catálogo do MEC Livros, plataforma que oferece acesso gratuito a obras literárias.
O aplicativo disponibiliza obras de escritores tanto nacionais quanto estrangeiros para serem alugadas sem custo por indivíduos que possuem uma conta no Gov.br. Já mais de quinhentas mil pessoas se cadastraram no serviço desde o seu lançamento no início do mês.
A partir de hoje (24), leitores que tiverem concluído ao menos 10% do livro poderão efetuar a devolução antes do vencimento do prazo de 14 dias e realizar um novo empréstimo. Aqueles que tiverem lido 90% ou mais da obra também poderão devolvê-la antecipadamente. Atualmente, a devolução somente é permitida após o período de 14 dias, sendo viabilizados até dois empréstimos mensais por CPF.
"A principal reclamação que recebemos foi que muitas pessoas liam rapidamente, desejavam pegar emprestado outro livro, ansiavam devolver a obra para pegar outra e ler mais. Assim, a partir de amanhã, o empréstimo não será mais limitado ao prazo de 14 dias. Você terá a liberdade de ler seu livro. Se não gostar e ler pelo menos 10% do livro, conseguirá devolvê-lo e retirar outro. E se gostar e concluir a leitura rapidamente, também poderá devolver o livro e solicitar outro para continuar", explicou o ministro da Educação, Leonardo Barchini.
O acréscimo no acervo do MEC Livros foi revelado durante a cerimônia de entrega do 9º Prêmio Vivaleitura, que premiou projetos e experiências que promovem a leitura, em celebração ao Dia Mundial do Livro. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Ninguém fará a compra de um livro se não possuir recursos financeiros. Nosso objetivo é fazer com que as pessoas leiam, mesmo aqueles que não têm condições de adquirir um livro, e o MEC Livros visa exatamente isso”, ressaltou o presidente.
No mesmo evento, o governo federal lançou o Plano Nacional do Livro e da Leitura 2026-2036, que apresenta objetivos para a próxima década voltados a: facilitar o acesso a livros, reduzir o custo das publicações, ampliar o número de locais para leitura, expandir livrarias em regiões mais afastadas e incentivar a produção literária brasileira.
Uma das metas é elevar de 47% para 55% a fatia de leitores no Brasil até 2035.
* Informações provenientes do Ministério da Educação e da Presidência da República
Fonte: Agência Brasil
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